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Óleos lubrificantes usados

Óleos industriais lubrificantes de base mineral, óleos dos motores de combustão e dos sistemas de transmissão, óleos minerais para máquinas, turbinas e sistemas hidráulicos e outros óleos que, pelas suas características, lhes possam ser equiparados, tornados impróprios para o uso a que estavam inicialmente destinados.


Pneus usados

Pneus de que o respetivo detentor se desfaça ou tenha a intenção ou a obrigação de se desfazer e que constituam resíduos, ainda que destinados a reutilização (recauchutagem).
Consideram-se pneus, aqueles utilizados em veículos motorizados, aeronaves, reboques, velocípedes e outros equipamentos, motorizados ou não motorizados, que os contenham. Define-se como pneu recauchutado, o pneu usado que é objeto de processo industrial de acordo com as especificações técnicas aplicáveis, com vista à sua reutilização, sendo de novo colocado no mercado.


Veículos em fim de vida

Consideram-se veículos em fim de vida os veículos que constituem um resíduo, ou seja, qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer, de acordo com a legislação em vigor.

A Câmara Municipal de Cinfães tem um acordo com a Valorcar para recolha deste veículos.

Para mais informação: http://www.valorcar.pt


Baterias

A responsabilidade pelo destino final das baterias, habitualmente utilizadas em veículos, é sempre do produtor ou importador, o qual deverá entregar estes resíduos a operadores licenciados para a sua valorização ou eliminação.
Assim, as baterias velhas deverão ser sempre preferencialmente entregues no local de compra das novas, por troca gratuita.
Quando estiver armazenada uma quantidade suficiente de baterias nos Ecocentros, estes resíduos serão encaminhados para operadores licenciados, para a sua valorização ou eliminação.


Madeiras

Consideram-se madeiras "paletes", caixas, troncos, ramos e outras.
Como é óbvio, a reciclagem de madeiras permite evitar a utilização de preciosos recursos naturais, como são as árvores, na produção de novos materiais.


"Monstros"

São denominados "monstros" os resíduos volumosos e pesados que não oferecem condições de fácil manuseamento pelos produtores domésticos ou institucionais e que, por essa razão, ficam habitualmente ao cuidado dos serviços de recolha das autarquias.
É o caso, por exemplo, de mobiliário velho, como mesas de plástico, sofás, ou colchões.


Resíduos de construção e demolição

Os resíduos de construção e demolição (RCD) referem-se aos provenientes de obras de construção, reconstrução, ampliação, alteração, conservação e demolição e da derrocada de edificações. São resíduos de constituição não homogénea, com frações de dimensões variadas, as quais podem ser classificadas como resíduos perigosos, não perigosos e inertes.
De acordo com estimativas comunitárias, a construção civil gera uma quantidade de RCD equivalente a 22% do total de resíduos produzidos na União Europeia (UE). Em Portugal, e com base na proporção apresentada pela UE, estima-se uma produção de 7,5 milhões de toneladas respeitantes ao ano de 2005.


Resíduos hospitalares

São considerados resíduos hospitalares os resíduos resultantes de atividades médicas desenvolvidas em unidades de prestação de cuidados de saúde, em atividades de prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e investigação, relacionada com seres humanos ou animais, em farmácias, em atividades médico-legais, de ensino e em quaisquer outras que envolvam procedimentos invasivos, tais como acupunctura, piercings e tatuagens.
Visto que nem todos os resíduos produzidos nos estabelecimentos hospitalares apresentam a mesma perigosidade, surge a necessidade de os classificar segundo o maior ou menor risco que a sua presença implica.
Assim, estes resíduos são atualmente classificados em quatro grupos distintos, sendo os resíduos objeto de tratamento apropriado diferenciado, consoante o grupo a que pertençam: grupos I e II como resíduos não perigosos, podendo ser equiparados a resíduos urbanos, e grupos III e IV como resíduos perigosos.
Cada unidade de saúde é responsável por uma correta gestão de resíduos, sendo pois sua a responsabilidade pelo destino final dos resíduos produzidos.


Resíduos orgânicos de
origem vegetal

Como o próprio nome indica, estes resíduos incluem toda a matéria orgânica, exceto a de origem animal.
Podem ser divididos em 2 categorias principais:
Resíduos verdes - ramagens, resíduos de jardins e parques e alguns resíduos agrícolas;
Resíduos alimentares de origem vegetal - resultantes da preparação e confeção de refeições (restos de legumes, frutas, etc.).


Subprodutos animais

Inserem-se no fluxo de subprodutos animais os cadáveres inteiros (ou partes) de animais ou produtos de origem animal não destinados ao consumo humano, incluindo óvulos, embriões, sémen e resíduos de matadouro.


Sucata

A sucata é constituída, essencialmente, por vigas, ferragens e perfis metálicos, entre outros, excetuando os veículos em fim de vida, por serem um outro fluxo específico.
A principal vantagem da reciclagem da sucata prende-se com o facto de, ao se reaproveitar metais com origem em resíduos para a produção de novos materiais, é possível evitar a utilização de recursos naturais para obter o mesmo fim.


Embalagens de
produtos fitofarmacêuticos

Este fluxo de resíduos, abrangido por um sistema de gestão próprio, inclui os resíduos de embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos codificados na Lista Europeia de Resíduos (Portaria nº 209/2004, de 3 de Março), sob o código 15 01 10 ("embalagens contendo ou contaminadas por resíduos de substâncias perigosas"), ou seja, as embalagens que estão em contacto direto com os produtos fitofarmacêuticos, classificadas como resíduos perigosos.


REEE

Resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos
Resíduo, incluindo todos os componentes, subconjuntos e consumíveis que fazem parte integrante de equipamentos elétricos e eletrónicos (EEE), no momento em que estes são rejeitados.
Entendem-se por este tipo de equipamentos, todos aqueles que estão dependentes de correntes elétricas ou campos eletromagnéticos para funcionar corretamente, bem como os equipamentos para geração, transferência e medição dessas correntes e campos.

Há vários tipos de REEE:
- Pequenos e grandes eletrodomésticos;
- Equipamentos informáticos e de telecomunicações;
- Equipamentos de consumo;
- Equipamentos de iluminação;
- Ferramentas elétricas e eletrónicas;
- Brinquedos e equipamento de desporto e lazer;
- Ferramentas elétricas e eletrónicas;
- Aparelhos médicos;
- Instrumentos de monitorização e controlo;
- Distribuidores automáticos.

Depois de recolhidos, estes resíduos são enviados para a Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos, que os encaminha para reciclagem.
A gestão deste tipo de resíduos tem o objetivo de promover a reutilização, a reciclagem e outras formas de valorização de vários componentes, de forma a reduzir a quantidade e o carácter nocivo de resíduos a eliminar.

Para mais informação: http://www.amb3e.pt/


Embalagens e
medicamentos fora de uso

a) Resíduos de embalagens de serviço e resíduos de embalagens primárias, secundárias e terciárias, contendo medicamentos e outros produtos fora de uso, nomeadamente, medicamentos homeopáticos, produtos dietéticos, dermo-cosméticos, produtos de puericultura e resíduos de produtos veterinários vendidos nas farmácias para os animais domésticos, que tenham sido vendidos ao público, nomeadamente, em farmácias comunitárias, parafarmácias ou grandes superfícies e nelas recolhidos.
b) Resíduos de embalagens primárias, secundárias e terciárias resultantes do processo e atividade da indústria farmacêutica e da distribuição, nomeadamente embalagens de matérias-primas, embalagens resultantes das operações de produção e enchimento, embalagens de transporte, bem como resíduos de embalagens de venda provenientes das devoluções das farmácias e dos distribuidores.
c) Resíduos de embalagens primárias, secundárias e terciárias, isentos de medicamentos e de outros produtos produzidos nas farmácias hospitalares e classificados no Grupo II*, excluindo as embalagens que saem das farmácias para as enfermarias e salas de tratamento.
d) Resíduos de embalagens de medicamentos e de produtos de uso veterinário não doméstico, contendo ou não resíduos desses produtos e medicamentos.

* Despacho 242/96 da Ministra da Saúde, de 5.7.96

Em 2007, o âmbito da definição deste fluxo foi alargado não só para os resíduos de embalagens de medicamentos e produtos equiparados recolhidos em farmácias comunitárias, mas também para resíduos de embalagens de medicamentos separados em farmácias hospitalares, resíduos de embalagens de venda provenientes das devoluções das farmácias e distribuidores, bem como resíduos de embalagens de medicamentos e produtos de uso veterinário.

Fonte: www.valormed.pt

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Contactos

MORADA
Câmara Municipal de Cinfães - Paços do Concelho
4690-030 - Cinfães

TELEFONE: Geral - 255 560 560

HORÁRIO: 09h:00 - 17h:00

SÍTIO: www.cm-cinfaes.pt

EMAIL: geral@cm-cinfaes.pt