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Funções sociais no topo das prioridades

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Os órgãos do Município de Cinfães aprovaram os documentos previsionais para 2014 abrindo um novo ciclo de apoio ao investimento no concelho, sem esquecer o combate à pobreza e exclusão social.

A Assembleia Municipal aprovou, no dia 30 de dezembro, por maioria com seis abstenções, as propostas de orçamento e as grandes opções do plano, depois de a Câmara Municipal ter aprovado os documentos no dia 19 de dezembro.

O Presidente da Câmara Municipal, Armando Mourisco, explicou que “este é um orçamento para as pessoas, sem esquecer o “piscar de olhos” ao próximo Quadro Comunitário de Apoio e a revitalização da economia local, aprovando um pacote de medidas para a atração de investimento e fomento do emprego”. O autarca frisou ainda que “não será fácil executar este plano, mas em conjunto com a população, em parceria com as nossas instituições e captando parcerias externas, poderemos lançar as sementes para o desenvolvimento económico e social do nosso território”.

Na globalidade, o Orçamento Municipal fica acima dos 21 milhões, inferior ao do ano anterior e em linha com a expectativa de receita.

As “grandes opções do plano” registam um valor acima dos 15,5 milhões (73% do orçamento) o que significa uma intervenção ativa nas necessidades do território. Desses, cerca de 61% são para as funções sociais, sendo que houve um reforço de perto de 6% nas funções económicas que totalizam agora perto de 25%.

O investimento municipal ultrapassa os 8 milhões, com o ordenamento do território, a intervenção nas vias municipais, a requalificação e manutenção de edifícios públicos a assumirem a maior fatia.

Os documentos previsionais aprovados contemplam o lançamento de diversos programas, dos quais se destacam o Fundo Social de Emergência; Programa Apoiar e Integrar (PAI); Programa Nascer em Cinfães; Fomento e Apoio ao Investimento Agrícola (FAIA); Programa de Incentivo Animal (PIA); Jovem Ativo-Programa Municipal de Estágios; e o Programa de Apoio à Economia e Emprego (PAEE), a juntar à entrada em funcionamento dos gabinetes de apoio ao investidor, às associações, ao agricultor e às freguesias, marcarão uma viragem económica e social no concelho, rumo ao desenvolvimento sustentável.